Car@s Coleg@s do Programa de Pós
Gradução de Psicologia Social da Puc SP,
A Comissão Discente foi criada
pela iniciativa dos alunos do Programa de Psicologia Social com os objetivos de
representa-los organizadamente nas demandas estabelecidas pelo próprio
programa, bem como um espaço para debater sobre a política de pesquisa de forma
geral. Este último objetivo, ainda em consolidação, e, com muito esforço, as
vezes até no sacrifício, considerando que os estudos de pós-graduação se
constituem uma dinâmica complexa de interesses e motivações e se caracteriza
como espaço de passagem. Por esta natureza, torna-se difícil, especialmente na
realidade metropolitana de São Paulo, dispor de tempo para este debate que
instiga-nos às seguintes perguntas (e outras mais):
1) Quais
os principais desafios do pesquisador da área da psicologia social na
contemporaneidade?
2) Quais
as características atuais da relação pesquisa e extensão?
3) Quais
as demandas para a formação do pesquisador?
4) O
pesquisador está satisfeito com a estrutura de sua formação?
5) Qual
a legitimidade de nossa produção científica enquanto coletividade?
Enfim, a Comissão Discente vem
tratando destes assuntos enquanto representatividade, mas este debate deve ser
ampliado. Não queremos que a Comissão Discente seja vista como uma agremiação e
muito menos como instrumento para legitimação burocrática, mas um espaço para
fomentar continuamente o debate sobre a pesquisa, a realidade brasileira e o
pesquisador. Mais do que alunos, falamos de uma coletividade de pesquisadores
com diferentes formas de engajamento social e compromisso com a transformação
da realidade social.
A Comissão Discente estabeleceu
como prioridade para 2016 apenas uma prioridade: qualificação da comunicação
interna! Algumas estratégias foram definidas e gostaríamos de compartilhá-las
com nossos pares. Portanto, é com alegria que convidamos todas e todos
alunas/alunos para um “bate papo” a ser realizado no dia 09 de março de 2016,
as 16 horas, sala 100. Nosso convite é especial para o aluno ingressante no
Programa de Psicologia Social, pois iremos fazer uma sessão de informes que são
muito importantes de serem considerados neste período de formação.
Arriscamo-nos a dizer que o ingressante que não for neste bate papo terá muita
dificuldade de encontrar novamente um momento único como este para entender a
dinâmica de nosso programa.
Devido a um assunto muito
importante que deve ser tratado, na visão da Comissão Discente, imediatamente
resolvemos considerar o momento pós bate papo como uma assembleia, isto por que
queremos deliberar sobre alguns encaminhamentos necessários sobre a “Política
de Apoio ao Pesquisador”.
Por fim, nós sabemos das
dificuldades do tempo para um encontro como este, mas queremos insistir na sua importância
por que incidirá diretamente nas suas decisões sobre este período de vida
acadêmica.
Aos ingressantes bem vindos à
nossa convivência!
Abraços e até lá!
Comissão Discente
Ana
Maria M. Souza
Augusto
Coaracy
Chinaira
Raiazac
Dilson
Wrasse
Elisa
Harumi
Elisangela
Miranda
Emylio
C. da Silva
Evelyn
Sayeg
Jamile
Morais
Leandro
Moretti
Leandro
Rosa
Luciane
Jabur
Maria
Aparecida Malagrino
Marcelo
A. dos Santos
Rilma
Bento
Saulo
Mota
Simone
B. da Silva
Parabéns! Excelente iniciativa.
ResponderExcluirÀ
ResponderExcluirComissão Discente do Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social - PUCSP
Primeiramente parabenizo esta Comissão Discente pela criação e divulgação do Blogger da Pós Psico Social. Esta excelente iniciativa, entre outras, enriquece a organização reflexiva e nos permite alargar nossos horizontes, no sentido de desenvolver uma reflexão crítica sobre nós, a realidade brasileira, as políticas de pesquisas e os processos de nossa formação.
Igualmente importante nesta iniciativa é a busca pela proximidade com o público, “Car@s” colegas! Reconheço este esforço plural na “saudação da comissão discente”.
No entanto, diante de uma perspectiva democrática e pluralista, considero importante que nos atentemos um pouco mais para os aspectos da comunicação, pois as palavras configuram-se em uma história. Como se sabe, a história do conhecimento científico e tecnológico está imbricada com complexas relações de poder e dominação implicados tanto na política educacional como na própria construção do conhecimento.
A adoção quase que exclusiva do genérico masculino pode estabelecer e sustentar relações de dominação, bem como apontar para a discriminação sexista e excludente, contribuindo para a invisibilidade da mulher.
“A Comissão Discente foi criada pela iniciativa dos alunos”?
“[...] com os objetivos de representá-los”?
Considerando, então, a Comissão Discente como “um espaço para debater sobre a política de pesquisa de forma geral” faço este convite à reflexão. Afinal, estudantes e cientistas não são qualificativos exclusivos de homens.
Esclareço que não se trata de uma crítica, mas sim da defesa da promoção da igualdade como princípio ético, a qual, entendo, compartilhamos.
Abraços,
Maria Sílvia Ribeiro